[News] [Curia]
[Addresses] [Carmelite
sites] [o.c.d.s.] ![]()
![]()
1 |
Ildefonso
Moriones OCD
O CARMELO TERESIANOPáginas de sua história Tradução do original de Vitoria |
![]() |
|
INTRODUÇÃO |
C O N T E N T S
|
N.T.: Para as citações dos textos de Santa Teresa utilizamos as Obras Completas - EDIÇÕES LOYOLA, São Paulo, Brasil, 1995. Este livro não vem substituir nenhum dos já existentes no campo da história e da espiritualidade do Carmelo Teresiano. Pede somente um lugar entre eles e se oferece como subsídio para utilizá-los com maior proveito.
Explico-me: nos últimos anos vêm-se publicando numerosos
estudos sobre temas de história carmelitana e teresiana e vieram à
luz muitos documentos inéditos, mas, como é fácil compreender,
todas essas novas contribuições costumam permanecer dispersas
em revistas ou em coleções especializadas, antes de passar a uma
nova síntese histórica que retifique posições antiquadas ou
esclareça momentos obscuros.
A necessidade dessa nova síntese se deixa sentir já desde
algum tempo, e advertem-na com particular urgência aqueles que se
aproximam pela primeira vez do estudo de nossa história – em
especial os jovens aspirantes ao Carmelo Teresiano – e também as
filhas de Santa Teresa que, tendo lido durante anos as Crônicas
antigas ou a História do Carmelo Descalço do
P. Silvério, mantêm vivo o interesse pela história da Ordem e
desejam seguir de perto os frutos da investigação mais recente.
Na espera de que essa nova síntese chegue e, também como uma
ajuda à sua preparação, ofereço estas páginas, chamando a
atenção do leitor para o subtítulo do livro. Não se trata de um
compêndio propriamente dito de toda a história da Ordem, senão de
uma exposição de seus momentos mais transcendentais à luz da
investigação recente. Quem desejar ampliar conhecimentos sobre os
diversos capítulos, achará em cada um deles indicação
bibliográfica sobre o tema.
Como é natural, dedico especial atenção ao período das
origens, ponto de referência obrigatório não só para a
investigação histórica, como também para toda renovação que
queira ter garantias de
êxito. A
brevidade com que toco alguns outros períodos não quer dizer que
careçam de importância; carecemos, antes,
de investigações sobre eles. Procuro, sem dúvida, reunir as
indicações necessárias para que o leitor possa formar uma idéia
bastante completa da caminhada da Ordem através de seus longos
séculos de vida, e enfrentar com suficiente conhecimento de causa a
leitura de todos esses outros livros que, como disse, não se pretende
substituir com este. A
coincidência da impressão deste livro com o 25º aniversário de
minha profissão religiosa, oferece-me a oportunidade de apresentá-lo como homenagem de gratidão a
meus irmãos, cuja companhia pedi em 1953, com a esperança de poder
oferecer-lhes uma síntese mais completa para meu jubileu de ouro. ILDEFONSO MORIONES
NOTA BIBLIOGRÁFICA
Ponto de partida indispensável para qualquer estudo sobre a
história do Carmelo Teresiano é a coleção de fontes publicada sob
o título Documenta primigenia da série Monumenta
Historica Carmeli Teresiani [=MHCT].
Volume I (1560-1577) e volume II (1578-1581). Roma,1973. Volume III
(1582-1589). Roma,1977.
Continua sendo uma mina inesgotável de informação a
Historia del Carmen Descalzo en España, Portugal y América [=HCD]
do P. SILVÉRIO DE SANTA TERESA em 15 volumes (Burgos,1935-1953).
Um compêndio extenso de toda a história, sempre útil como
livro de consulta pela abundância de dados nele recolhidos, é o de
ALBERTO DE LA V. C., Historia de
la Reforma Teresiana (1562-1962). Madri,1968.
Uma visão de conjunto muito sintética e ao mesmo tempo
completa, oferece-nos V. MACCA, Carmelitane
scalze e Carmelitani scalzi,
em Dizionario degli Istituti
di Perfezione, volume II (Roma,1975), respectivamente col. 423-454
e 523-596.
Para o estudo de Santa Teresa cf. EFREN DE LA MADRE DE DIOS –
O. STEGGINK, Tiempo y vida de
Santa Teresa de Jesús. Madri, 1968. Na segunda edição
(Madri,1977), notavelmente aumentada, citam-se ainda pelos arquivos,
muitos documentos que se podem ver já impressos em MHCT. Outras obras se irão indicando em seus respectivos lugares, e em todas elas poder-se-á encontrar ulterior informação bibliográfica. CAPÍTULO IA ORDEM DO CARMOA Ordem do Carmo nasceu do gesto de um grupo de amigos que, após ter combatido e sofrido durante meses, ou talvez anos, pela causa comum de Cristo, na recuperação e defesa da Terra Santa, decidiram levar essa entrega até suas últimas conseqüências, estabelecendo-se definitivamente na encosta ocidental do Monte Carmelo. Seu propósito era viver em obséquio de Jesus Cristo, ou melhor, continuar defendendo com sua presença a terra do Senhor e abraçar, além disso, o estilo de vida dos monges antigos que na solidão do deserto buscaram a plenitude da vida cristã imitando a Jesus Cristo. Como nenhum deles tinha talvez uma experiência anterior de vida monástica ou religiosa, recorreram ao Ordinário do lugar, Alberto, Patriarca de Jerusalém de 1206 a 1214, que vivia então em S. João de Acre, a pouca distância de nossos ermitães, pedindo-lhe algumas normas para organizar sua vida. E o Patriarca, Cônego Regular de Santo Agostinho, com mais de cinqüenta anos de idade e uma longa experiência pessoal de vida monástica, resumiu-lhes, em um breve documento, os elementos característicos do estilo de vida que desejavam abraçar. É o que se chamará, através dos séculos, a Regra Carmelitana e se converterá em fundamento e ponto de referência constante para quantos se vão associando à nova família religiosa fundada por estes cruzados-ermitães nos alvores do século XIII. Recordemos brevemente quais são os elementos da tradição monástica recolhidos pelo Patriarca Alberto segundo os desejos dos ermitães do Carmelo. 1. Em primeiro lugar, já que decidiram entregar-se à vida eremítica em grupo (não cada um por si individualmente), deverão eleger, eles mesmos, um superior que os presida. Tal superior os governará com o parecer e colaboração de todos, viverá na cela mais próxima da entrada do eremitério, para poder atender mais facilmente aos que se aproximarem com intenção de associar-se ao grupo, e ele se encarregará de examinar os candidatos e de dispor as coisas de maneira oportuna para sua iniciação e admissão a esse gênero de vida. Considerar-se-á humilde servidor de todos e todos o obedecerão e honrarão como ao representante de Cristo em meio deles. 2. Cada um habitará em uma gruta ou cela independente. 3. Dedicados dia e noite a meditar a Palavra do Senhor e velando em oração. 4. A não ser que estejam ocupados em outros afazeres. 5. Cada manhã reunir-se-ão para a celebração da Eucaristia. 6. Será comum tudo quanto possuírem e se distribuirá entre todos, segundo a idade e necessidades de cada um. 7. Ao menos uma vez por semana deverão reunir-se para trocar impressões sobre a guarda destes pontos fundamentais da Regra e tratar da salvação das almas. Se houver alguma falta em alguém ou no grupo, aproveitar-se-á esta reunião para corrigi-la. 8. A comida será austera, abstendo-se sempre de comer carne e jejuando desde a Exaltação da Santa Cruz até a Páscoa, a não ser que por enfermidade ou debilidade, ou outra justa causa, haja que se prescindir do jejum ou abstinência, pois a necessidade não tem lei. 9. O Patriarca os exorta, em seguida, a viver de fé, esperança e caridade, nunca esquecendo que a vida é uma contínua luta e que todos os seus esforços hão de ser dirigidos a conquistar o amor a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmos, esperando sua salvação só do Salvador. 10. O trabalho, elemento essencial em toda a tradição monástica, deve ser abraçado com perseverança, à imitação de São Paulo, como meio para ganhar o próprio sustento e também evitar a ociosidade que abre a porta a toda sorte de tentações do demônio. 11. Pré-requisito indispensável para meditar dia e noite a lei do Senhor é o silêncio. Por isso, deverão evitar durante o dia os excessos no falar e à noite, desde a hora de Vésperas até a hora de Tercia, se recolherão em oração, abstendo-se de toda comunicação entre eles. 12. E se alguém se achar com forças para acrescentar algo mais a quanto aqui se estabelece brevemente – conclui Alberto – poderá fazê-lo, que o Senhor quando voltar lhe dará a paga; porém, procedendo sempre com discrição, própria da verdadeira virtude. Trata-se,
como se vê, de uma síntese perfeita dos elementos mais importantes
da convivência monástica, enunciados de forma suficientemente
explícita para pessoas adultas entregues de cheio a viver esse ideal. Este
é o primeiro documento histórico que possuímos dos momentos
transcendentais nos quais se estava gestando
a Ordem do Carmo. A este primeiro núcleo, seguirá uma
cadeia ininterrupta de pessoas que, atraídas pelo mesmo ideal,
ir-se-ão dando a mão, umas às outras, ajudando-se mutuamente a
percorrer o mesmo caminho. Cada geração irá assimilando, à sua
maneira, esse ideal e também as circunstâncias históricas irão
influindo em sua configuração externa e em sua transmissão através
dos séculos.
Os
dois elementos mais importantes que, ainda que ausentes no texto da
Regra, aparecem em seguida e caracterizarão a vida do grupo ao longo
de sua história, são a presença de Maria, escolhida desde o
princípio como patrona – titular da primeira igreja dos ermitães
latinos do Carmelo – e o Profeta Elias, cuja lembrança continuava
viva não só no nome de sua fonte, senão sobretudo, na alma dos
ermitães.
À aprovação do Patriarca de Jerusalém acrescentou-se a
aprovação pontifícia de Honório III em 1226 e Gregório IX em
1229, o que significa uma consolidação também jurídica do que era
já uma realidade viva, consistente e capaz de superar toda espécie
de dificuldades.
Por isso, quando as circunstâncias externas foram mudando e o
ambiente do Carmelo foi tornando-se cada vez mais inseguro por causa
do retorno dos sarracenos, os ermitães começaram a pensar em buscar
outras montanhas e outras grutas, pois seu ideal não estava
condicionado por nenhum lugar. E, assim, foram aparecendo a partir de
1238, comunidades de Carmelitas em
diversas nações do Ocidente: Chipre, França, Inglaterra, Alemanha,
Itália.
Esta mudança de ambiente levou os Carmelitas a uma evolução
também interior e a uma ampliação – se é lícito falar assim –
de seus horizontes. Entram em contato com o novo fenômeno
religioso constituído pelas Ordens Mendicantes e assimilam vitalmente
seu espírito e sua estrutura, recebendo de Inocêncio IV em 1247 a
aprovação oficial.
Se os ermitães que recorreram ao Patriarca Alberto 40 anos
antes, não tinham talvez intenção de fundar uma Ordem propriamente
dita, se a “norma de vida” que o Patriarca lhes deu estava
destinada só a uma comunidade, agora, com a Bula de Inocêncio IV, o
texto albertino retocado converte-se em uma das Regras monásticas e
os Carmelitas em Ordem Mendicante. Este é o significado mais
importante da aprovação inocenciana. Quanto ao texto de Alberto,
não possuímos nenhuma transcrição com inteiras garantias. Deduz-se,
com bastante probabilidade, comparando o texto transmitido por Ribot
com o texto de Inocêncio, que chegou intacto até os nossos dias: a
Inocêncio deve-se talvez a prescrição de recitar o Ofício divino
em comum, segundo o costume da Igreja; certamente devem-se-lhe as
cláusulas que se referem à refeição em comum, às refeições fora
de casa, a possibilidade de fundar não só em desertos, senão onde
acharem oportuno, os limites do silêncio da noite desde as Completas
até depois de Prima.
[1]
Do esplendor adquirido pela Ordem do Carmo sob a Regra
inocenciana nos dão uma idéia as 9 províncias nas quais se dividiu
em 1287, 12 em 1318, 14 em 1321, 18 em 1362, com um total de uns doze
mil religiosos em meados do século XIV. Entre seus santos,
destacam-se Alberto da Sicília (segunda metade do século XIII), B.
Franco de Sena (1291), Pedro Tomás (1366), André Corsini (1373) e o
B. Nuno Alvarez Pereira (1431)
[2]
. Também no cultivo das ciências eclesiásticas
participaram ativamente os Carmelitas, sobretudo desde o final do
século XIII, alcançando, os estudos na Ordem, sua máxima expansão
durante o século XIV
[3]
.
Porém, as diversas circunstâncias históricas que levaram à
decadência geral da Igreja na segunda metade do século XIV afetaram
também, como às demais Ordens, à Ordem Carmelitana. Em primeiro
lugar a peste negra (1348-1350) assolou conventos e províncias
inteiras, produzindo, em alguns casos, uma verdadeira ruptura com a
tradição anterior, pois ao repovoarem-se os conventos vazios,
entraram pessoas sem vocação suficiente, assustadas com a peste, e
as que tinham verdadeira vocação nem sempre encontraram mestres para
as educar na vida religiosa. O cisma do Ocidente (1378-1417) agravou a
situação, dividindo a Ordem sob as duas autoridades opostas de Roma
e Avinhão, e fazendo sentir nos religiosos e nos fiéis as
conseqüências negativas das dissensões no vértice da Igreja.
Finalmente a guerra dos cem anos entre Inglaterra e França
(1337-1435), com o que isso supõe de incêndios, destruições e
falta da serenidade necessária para o florescimento dos estudos e da
vida monástica, completa este quadro escuro de circunstâncias
históricas que convém ter presente para compreender a história do
século XV e do século XVI. Desde o Concílio de Constanza
(1414-1418) até o de Trento (1545-1563), o problema mais urgente da
Igreja e das Ordens religiosas será o da Reforma. E a Ordem do Carmo
também trabalhou com perseverança até ver seus esforços coroados
de sucesso.
A situação em que se achava a Ordem em princípios do século
XV moveu os superiores a pedir à Santa Sé uma nova adaptação da
Regra, que servisse de base à restauração. A disciplina do jejum e
da abstinência estabelecida pelo Patriarca Alberto e aprovada por
Inocêncio IV, fazia com que os jovens do século XV que desejavam
entrar na Ordem, se sentissem retraídos, e sem jovens não se podia
sonhar com uma possível renovação. Por outro lado, os religiosos
já professos, se a observassem ao pé da letra estragavam a saúde, e
se não a observassem ficavam com escrúpulos. Também tinham
problemas com a
interpretação rigorosa da passagem da Regra que ordena estar dia e
noite nas celas meditando na lei do Senhor e velando em oração. Por
tudo isso, o capítulo geral celebrado em Nantes em 1430, decretou
pedir ao Papa um esclarecimento ou mitigação desses pontos, e
Eugênio IV concedeu-a com a Bula Romani
Pontificis, datada de 15 de fevereiro de 1532 e expedida em 1435
[4]
. A Bula
concede a faculdade de comer carne três vezes por semana e que, em
horas convenientes possam sair de suas celas para dar uma passeio
pelos claustros ou estar um tempo na igreja. Note-se que
Eugênio IV não retocou o texto da Regra. Limitou-se unicamente a
essas declarações marginais, deixando em sua integridade o texto
aprovado por Inocêncio IV.
Com esta nova aprovação pontifícia, recebe novo impulso o
trabalho de restauração da Ordem, que foi, pouco a pouco, levando-se
a termo através do trabalho pessoal dos Gerais e com diversas
iniciativas provenientes também da base e que deram origem ao
fenômeno comum das Congregações
reformadas. Praticamente em todas as Ordens houve esse fenômeno.
Na do Carmelo as mais importantes foram a Mantuana (1413-1783)
[5]
e a de Albi (1499-1602)
[6]
. Por ser impossível a reforma simultânea de toda a Ordem,
dava-se a oportunidade a alguns conventos de formar um núcleo
reformado com superior ou vigário próprio, dependente diretamente do
Geral para que se mantivessem mais facilmente em seu propósito.
Tratava-se, naturalmente, de um fenômeno passageiro que devia cessar
no momento em que o restante dos conventos estivessem convenientemente
reformados e resultasse desnecessário o governo próprio. De fato,
vemos que depois de uma duração mais ou menos longa em sua
independência, todas as Congregações foram reincorporadas
plenamente no seio da Ordem. Também se compreende facilmente que nem
sempre as relações entre as congregações reformadas e o governo
central fossem cordiais, o que às vezes diminuiu a eficácia destas
iniciativas reformadoras. As dissensões, fáceis de compreender
sempre que nasce um grupo novo dentro de uma instituição, provinham
às vezes dos excessivos privilégios obtidos pelos reformados e de um
proselitismo exagerado que, ao querer anexar novos conventos à
reforma, perturbava a convivência pacífica com os que preferiam
seguir um ritmo mais lento. Havia também religiosos que passavam à
reforma mais por interesses egoístas que por afã de perfeição e,
naturalmente, complicaram as coisas.
Os Gerais que mais se distinguiram por seu trabalho na reforma
da Ordem foram o Beato Soreth (Geral de 1451 a 1471), o Beato Batista
Mantuano (1513-1516), Nicolás Audet (1524-1562) e, finalmente, Juan
Bautista Rossi (Rubeo), vigário geral em 1562 e Geral desde 1564 até
1578
[7]
. Com o pleno acolhimento
dos decretos da reforma do Concílio Tridentino, a Ordem
recuperou sua antiga prosperidade, alcançando o número de 15.000
membros antes das supressões dos séculos XVIII e XIX
[8]
.
O ideal da Ordem manteve-se sempre o mesmo, desde que, com a
aprovação de Inocêncio IV, associou à contemplação o apostolado,
ainda que as formas concretas em que se foi vivendo foram adaptando-se
às circunstâncias históricas e o breve texto da Regra foi explicado
e comentado através das Constituições e de numerosos tratados
espirituais.
Também a devoção à Santíssima Virgem e a Santo Elias, que
caracteriza a vida dos Carmelitas, foi expressando-se de diversas
formas com o correr dos tempos, porém, sempre dentro de uma
continuidade. Em Maria encontram a personificação mais perfeita da
aspiração do Carmelo à união com Deus. “Maria é o ideal vivido
da vida carmelitana: vida de escuta da Palavra de Deus e entrega total
a seu serviço na obra da salvação”
[9]
. A figura de Elias, modelo e inspirador da vida monástica
desde suas origens e exemplo de homem de oração, foi calando cada
vez mais fundo na espiritualidade da Ordem, que chegou inclusive a
considerá-lo durante alguns séculos, como seu verdadeiro fundador no
sentido estrito da palavra
[10]
.
[1] Para mais detalhes ver C. CICCONETTI, La Regola del Carmelo: origine, natura, significato. Roma 1973; e H. CLARKE-B. EDWARDS, The Rule of Saint Albert. Aylesford and Kensington,1973. [2] O livro mais completo e atualizado sobre a hagiografia carmelitana, com uma ótima e ampla introdução geral e breves artigos sobre os santos, beatos e veneráveis, é o editado por L. SAGGI, Santi del Carmelo. Biografie da vari dizionari. Roma,1972. [3] Cf. B. XIBERTA, De scriptoribus scholasticis saeculi XIV ex Ordine Carmelitarum. Lovanii,1931. [4] Cf. L. SAGGI, La mitigazione del 1432 della regola carmelitana: tempo e persone, em Carmelus 5 (1958) 3-29. [5] Cf. L. SAGGI, La Congregazione Mantovana dei Carmelitani sino alla morte del B. Battista Spagnoli (1516). Roma,1954. [6] Cf. L. v. WIJMEN, La Congregation d’Albi (1499-1602). Roma,1971. [7] Sobre a atividade reformadora de Audet ver a monografia de A. STARING, Der Karmelitengeneral Nikolaus Audet und die katholische Reform des XVI. Jahrhunderts. Roma, 1959. Sobre Rubeo temos uma investigação modelo, que abriu uma nova época na historiografia da Ordem do Carmo na Espanha, no livro de O. STEGGINK, La Reforma del Carmelo Español: la visita canónica del general Rubeo e su encuentro con Santa Teresa (1566-1567). Roma,1965. [8] Uma nova história da Ordem do Carmo está em vias de publicação, escrita por J. SMET, The Carmelites. A History of the brothers of Our Lady of Mount Carmel. Vol. I. Ca. 1200 A.D. until the Council os Trent. Private printing, 1975. Vol. II. The post tridentine period 1550-1600. Darien, Illinois, 1976. [9] Cf. L. SAGGI, Santa Maria del Monte Carmelo, en Santi del Carmelo, p. 109-135. Sobre a bula sabatina existe um estudo exaustivo do mesmo autor: La “Bolla sabatina”. Ambiente – Testo – Tempo. Roma,1967 (extrato de Carmelus 13 (1966) 245-302; 14 (1967) 63-89). Para uma apresentação de “a vida mariana do Carmelo desde suas origens até hoje”, ver ILDEFONSO DE LA IMACULADA, La Virgen de la contemplación. Madri,1973. [10] Cf. o artigo Elia Profeta, en Santi del Carmelo, pp. 136-153. |

![]()
[
English]
[
Italiano] [
Español] [
Français ] [
Deutsch]
[
] [
]
Updated
02 giu 2003 by
OCD General House
Corso d'Italia, 38 - 00198 Roma - Italia
++39 (06) 854431 FAX ++39
(06) 85350206